Coordenação Geral
20.06.2008
Um antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte, assim reza uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã.
O atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado no dia 24 de junho ainda hoje é a fogueira e a cidade do Maior São João do Mundo – Campina Grande/PB – tenta manter a tradição, por isso que decisão do promotor de Justiça da Curadoria de Defesa do Meio Ambiente do Município, José Eulâmpio Duarte, de proibir a queima das tradicionais fogueiras de São João e São Pedro não tem sido vista com bons olhos por muitos campinenses.
O promotor acredita e defende que será minimizado o problema de doenças respiratórias nas pessoas, provenientes da fumaça provocada pela queima da lenha, bem como a derrubada de madeiras e, consequentemente, o desmatamento, porém os tradicionais campinenses reclamam a descaracterização do evento junino realizado anualmente.
Com base nessas argumentações a equipe CERC elaborou uma enquete para que pudéssemos avaliar tal decisão.
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Fonte: www.paraiba.com.br